sexta-feira, 15 de outubro de 2010

FESTA - Nossa Senhora Aparecida

12 de outubro de 2010



Procissão e Santa Missa

















quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Outubro - Mês do Rosário





Este mês das missões é também denominado o mês do Rosário. É um ato de piedade importante dentro da tradição da Igreja e que, assim como começou sua difusão, também hoje necessitamos de rezar para vencer os combates de cada dia.



A devoção à Virgem do Rosário remonta ao século XIII, aproximadamente. Foi muito difundida pelos padres dominicanos. A palavra vem do costume da idade Média da oferta de coroas de flores às autoridades. Os cristãos adotaram esse costume oferecendo a Maria a tríplice coroa de rosas, hoje acrescentada de mais uma.



É uma devoção de cunho eminentemente popular já que a recitação do rosário é, na verdade, uma catequese, chamada de evangelho dos pobres, pois contemplam-se os principais mistérios da fé que estão nas escrituras e, normalmente, as pessoas sabem de cor já que no passado o analfabetismo impunha restrições aos textos escritos.



Em 1571, no levante naval de Lepanto, a vitória das frotas cristãs contra os turcos foi atribuída a Nossa Senhora do Rosário. Como resultado, o Papa Pio V estabeleceu liturgicamente a festa de Nossa Senhora da Vitória, que depois foi mudada pelo Papa Gregório XIII em 1573 para festa da Virgem do Rosário, inicialmente no primeiro domingo de outubro, que depois de 1913, foi transferida para o dia 7.



O seu culto foi ainda mais difundido após as aparições de Lourdes, onde a Virgem recomendava a Bernadete a prática da oração, através da recitação do rosário.



A comemoração deste mês temático é um convite para que todos possam refletir sobre os mistérios de Cristo, acompanhado da Virgem Maria, que foi associada de forma especial à Sua encarnação, paixão e glória da ressurreição. Durante muito tempo foi essa oração simples e profunda que sustentou a vida de fé de nosso povo. Hoje a grande difusão do “terço dos homens” renova e inova essa prática antiga e alimenta a oração contemplativa e a vida de nosso povo.



O rosário também tem sua origem na oração judaica, onde se rezava recitando cotidianamente os salmos de uma forma cadenciada. Esta maneira de rezar foi passada às primeiras comunidades cristãs nascentes. No início eram rezados os 150 salmos diariamente, prática que se estendeu por uma semana e hoje está estendida por um mês. Quando se iniciaram as ordens missionárias, a oração monástica dos 150 salmos foi substituída pela oração do rosário, pois transportar os grandes livros dos salmos tornava impossível a locomoção para as missões. Mais tarde se introduziu o “breviário” para facilitar os que tinham que locomover muito.



Temos também notícias que já no século IX de que na Irlanda havia o hábito de amarrar nós a uma corda para contar, em vez de salmos, as Aves Maria. Essa prática devocional a Nossa Senhora foi depois espalhada pela Europa, e com grande crescimento ao longo dos anos seguintes.



O Santo Padre Leão XIII escreveu documentos riquíssimos sobre o Rosário, dentre eles a sua Encíclica Supremi officio, de 01 de setembro de 1883. Na ladainha dos Santos incluiu a menção a Nossa Senhora do Rosário. Ele recebeu o título de Papa do Rosário.



João Paulo II, por sua vez, publica em 16 de outubro de 2002, a Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae. Nela o Papa acrescenta os Mistérios da Luz.



Após o dia 11 de setembro, na abertura do Sínodo dos Bispos daquele ano de 2001, o Papa afirma categoricamente: “Eu desejo confiar à grande causa da Paz à oração do Rosário. É cada vez mais necessário recorrermos ao poder da oração.



Nesta perspectiva, o Rosário torna-se fundamental. Ele constrói a paz, porque apela para a graça de Deus, semeia o bem, a partir do qual podemos esperar o fruto da justiça e da solidariedade para a comunidade e para a vida pessoal.”



O rosário é antes de tudo uma oração contemplativa, um caminho de contemplação. Ele nos educa à contemplação dos mistérios de Cristo, sendo uma verdadeira pedagogia para a santificação da vida.



O Papa Paulo VI, em sua Exortação Apostólica sobre Maria (Marialis cultus), recorda a importância da contemplação dos mistérios durante a oração do rosário (n. 47). Neste sentido Paulo VI e a Igreja, querem afirmar o sentido autêntico, genuíno desta oração mariana, que nunca deixa de ser um meditar sobre os mistérios da vida do Senhor, visto através dos olhos de Maria, que estava mais perto Dele. Assim, as riquezas insondáveis desta meditação são reveladas.



A afirmação do rosário como oração contemplativa conseguiu até mesmo entrar para a linguagem popular: “hoje vamos contemplar...”.



A nossa vida cristã, assim, torna-se mais orante, mais contemplativa, mais mistérica. Assimila-se no interior de nossos corações toda a vida de Cristo. Entra-se na comunhão do Pai, por Cristo, no Espírito. Ajuda-nos a aprofundar a nossa relação com Deus e nossos sentimentos de amor a Cristo e a Maria.



O rosário é uma escola de fé, uma comunhão de vida com Cristo, o Senhor na vida do cristão, que deve, sem dúvida, impulsionar o devoto à missão apostólica em favor da Igreja de Cristo. É a missionariedade que nasce do Rosário.



A contemplação do rosário leva-nos a entrar no grande mistério da vinda de Jesus, que é um olhar, por certo, divino sobre o mundo e sua realidade. Com a contemplação somos chamados a descer a montanha da transfiguração, tal como Jesus o fez com os apóstolos, e olharmos o mundo com os mesmos sentimentos de Cristo. Olharmos o homem e a realidade que o cerca, e o que esta em acordo ou em desacordo com a vontade do Senhor. Estar com Deus significa estar com o homem.



O rosário nos traz o olhar de Mãe, que só quer o bem de seus filhos, o seu crescimento, o seu desenvolvimento interior e também de sua realização pessoal. Por isso, o rosário deve ser meditado na intenção especial da Igreja de hoje, do mundo e também da realidade social, política e econômica que nos envolve. É assim, poderíamos afirmar a dimensão cósmica da recitação do rosário.



E lembrando-nos do Filho não temos como não lembrar a Mãe. O rosário está repleto de alusões à Virgem Maria. Indica-nos uma Maria contemplativa conosco, que tudo guardava e meditava em seu coração (Lc 2, 19.51). Ela é uma mulher da meditação, com uma qualidade de vida contemplativa. Ela é uma mulher de oração e com a Igreja, como a vemos no cenáculo com os Apóstolos. Uma verdadeira oração eclesial cuja dimensão devemos nos ater.



Peçamos, pois, a Nossa Senhora do Rosário que possa nos ajudar em nossa caminhada de Igreja. Que esta, contemplando sempre os mistérios do Senhor, possa ser instrumento de Sua graça sobre todos os homens e mulheres de nossa querida Arquidiocese do Rio de Janeiro. [Dom Orani João Tempesta, CNBB]

A importância de fazer o Sinal da Cruz





(†)-Pelo sinal da Santa Cruz, (†) livrai-nos Deus, Nosso Senhor, (†) dos nossos inimigos, (†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia.
Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.
Que inimigos?

† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que proteja a nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das heresias, que tanto nos tentam nos dias de hoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e ciladas do demônio;


† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos Seus Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos; que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão;


† Dos nossos inimigos – esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.


† O Sinal da Cruz, Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo, feito com fé e bem feito ( Na testa, no meio do peito e primeiro no ombro esquerdo e depois no ombro direito), é uma oração poderosa que te liberta de qualquer coisa que esteja perto de você.


Façam com orgulho de ser cristão e não rápido e escondido como se estivesse com vergonha.

Padre Marcelo Rossi

sábado, 9 de outubro de 2010

Triduo de N.Senhora Aparecida

09/10/2010

Missa no Villa
Celebrada pelo Pe. Alex


28º Domingo do Tempo Comum

* 80 anos da Declaração da Senhora Aparecida como "Padroeira do Brasil".




Em tudo, dai graças ao Senhor!

A Eucaristia, Ação de Graças, nos ensina a sermos pessoas agradecidas.


Triduo em Louvor a N.Senhora Aparecida - Com a Visita da Comunidade N.Senhora de Guadalupe.




10/10/2010 - Comunidade Mãe do Divino Amor visita a Comunidade Santa Isabel e leva a Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Santa Missa Celebrada pelo Pe. Alex





Agradecemos aos irmãos da Comunidade Santa Isabel pela acolhida, pois tivemos a oportunidade de sentir a alegria que MARIA sentiu ao visitar a sua prima Isabel...



NOSSA SENHORA APARECIDA, ROGAI POR NÓS...

sábado, 2 de outubro de 2010

NOSSA SENHORA APARECIDA


Famílias no Villa dos Inglezes se reunem para participar da NOVENA da Mãe Aparecida.
Do dia 01 a 09 de outubro/2010
Encerramento da Novena será dia 09 de outubro com a Santa Missa - às 18hs - Quadra A10-Lote 01
Participe... vamos juntos homenagear a Rainha do Brasil - Nossa Senhora Aparecida








NOSSA SENHORA APARECIDA, ROGAI POR NÓS...


Atenção: Dia 12 de Outubro - Procissão - saída do Portal às 9hs até a Matriz - Santa MISSA.



Santa Missa

25/09/2010

Residência:


SENHOR TUA PALAVRA É LÂMPADA PARA MEUS PÉS E LUZ PARA MEU CAMINHO


sábado, 11 de setembro de 2010

Setembro- MÊS DA BIBLIA





Porque Setembro é o mês da Bíblia?

Por causa do aniversariante São Jerônimo, dia 30 de setembro, autor no Século IV da tradução latina da Bíblia, e grande estudioso e apaixonado pela Sagrada escritura.


Chegou setembro anunciando a chegada da primavera, cheia de vida e de flores.
E setembro traz para a Igreja a celebração do mês da Bíblia, essa Bíblia que é toda ela um jardim florido com as flores de Deus.
Desde a majestosa simplicidade da História dos Primórdios nos primeiros capítulos do Gênesis, a vocação de Abraão, a era dos patriarcas, o Êxodo, dominado pela figura empolgante de Moisés, e a grande gesta do deserto, das maravilhas de Deus, da Aliança do Sinai.
Depois, os juizes e os reis, com as figuras inexcedíveis de Davi e Salomão. E a divisão do povo em dois reinos: O de Judá e de Israel. O Exílio na Babilônia e a volta e a recomposição.
Tudo isso iluminado pela Palavra dos profetas, que iam mostrando o sentido das coisas de Deus para além das vicissitudes das guerras e do domínio da terra. E tudo cantado em canções de louvor, de súplica e às vezes de dor e contrição. São os Salmos, cuja poesia não é superada por nenhuma poesia humana.

Depois vem o Novo Testamento, quando Deus, “depois de ter falado mil vezes e de diversos modos aos Pais pelos profetas, falou definitivamente no filho a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual fez os séculos” (Hb 1,1s). Nada mais sábio nem mais santo do que o livro do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, nas quatro redações dos sinóticos e de São João, continuando depois como que num eco de vida e de eficácia no Livro dos Atos dos Apóstolos e nas cartas de São Paulo e de outros apóstolos, terminando com o Apocalipse, que é um cântico de vitória e de esperança.


A Bíblia mais do que um livro, se poderia dizer uma carta cheia de ternura de um pai que se comunica com seus filhos.



Histórias Bíblicas para crianças de todas as idades...

Velho Testamento















Novo Testamento


















O Mês da Bíblia há de nos ajudar a nos familiarizarmos sempre mais com o texto sagrado, não só pela leitura que deles se faz na liturgia, mas em nossas leituras e meditações pessoais ou nos círculos Bíblicos e grupos de reflexão que hoje fazem crescer tanto a Igreja, alimentada com a Palavra de Deus.