sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Missa de NATAL




Dia 18 de dezembro de 2011.


Residência da Denise e Luiz




É NATAL...


UM MENINO NOS FOI DADO

E A NÓS FOI REVELADO

O PLANO DE AMOR DE DEUS PAI.

É NATAL...

E JESUS SE FAZ CRIANÇA

E EM NÓS NASCE A ESPERANÇA

DE REAPRENDER A AMAR.

É JESUS, O PRINCIPE DA PAZ...

É NATAL...









SÍMBOLOS DE NATAL (clicar para conhecer alguns símbolos de Natal)


sábado, 26 de novembro de 2011

ADVENTO




O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal.
Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz.
No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal.
O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã.
É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.
O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos. Esse tempo possui duas características: Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de Dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.
O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel.
Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15). O Advento recorda também o Deus da Revelação. Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos.
O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo.
As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da vida missionária de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar.
Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.
A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referência e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino





CRISTO REI






Missa - 19 de novembro/2011


Residência: Ana Lucia e família




Viva CRISTO REI! VIVA!!!


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

DIA DE TODOS OS SANTOS





01 de Novembro - Dia de Todos os Santos

Dia de Todos os Santos - dia de se reverenciar aqueles que pelas suas virtudes alcançaram à glória da santidade. Esse é um dia propício para a meditação, para um momento de recolhimento, para um retorno às coisas espirituais.

O que será santidade? Quem poderá atingi-la? De que forma poderá alguém se tornar santo?

Santidade é a vida cristã completa e perfeita. Certamente ninguém nasce santo; a sua maneira de viver o santifica. Para alguém alcançar uma vida cristã completa, perfeita, há um imenso trabalho a ser desenvolvido. Muita doação, renúncia permanente, conformidade total com a vontade de Deus. Por certo qualquer um de nós pode ser santo, mas poucos conseguem.
Todo aperfeiçoamento exige trabalho constante. Em tudo é assim.

Um músico, para se tornar um virtuose, emprega muitas horas diárias, anos a fio, com exercícios no instrumento a que se dedica. Ele busca, aos poucos, uma técnica aprimorada, um desenvolvimento contínuo de sua arte para o total aproveitamento do seu talento.

Um atleta, para se tornar um campeão, realiza treinamentos diários e renuncia a muitos prazeres, dedicando-se inteiramente àquela modalidade esportiva que escolheu.

Um cientista, para alcançar um estágio de conhecimento que o torne capaz de novas descobertas, afunda-se nos livros, fechado em laboratórios perde horas incontáveis em pesquisas, entregando-se totalmente aos estudos e aprofundando-se naquele ramo da ciência que preferiu.

Todo aquele que deseja atingir um elevado estágio de aperfeiçoamento precisa de muito esforço e trabalho. Assim, para se atingir a santidade há necessidade de esforço, dedicação, renúncia, como se fora um músico, um atleta, um cientista.

Há um pensamento de Monsenhor Escrivá que ensina o caminho:
"A santidade grande está em cumprir os deveres pequenos de cada instante".

Tomando esse ensinamento como norma de vida, e com muita oração, a santidade fica ao alcance de todos. A união permanente da criatura com o Criador é que conduz à plenitude da vida cristã, e a plenitude da vida cristã é a santidade.

Qualquer um de nós pode tentar melhorar começando por aí, cumprindo todos os nossos deveres de cristãos.

O mundo precisa de pessoas santas, não apenas aquelas que alcançam a glória dos altares através da canonização, pois sempre houve e haverá uma infinidade de santos que nem sequer conhecemos, mas que são exemplos nos círculos em que atuam, que servem a Deus com total dedicação, que amam ao próximo e que - por palavras ou atos - atingem essa santidade acessível a todos, mas que nem todos buscam.




Sempre houve e haverá muitos santos, humildes, escondidos, santificados na sombra e no silêncio.

No Dia de Todos os Santos pensemos neles, dispondo-nos, ainda que longinquamente, a seguir o seu exemplo.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Papa proclama Ano de FÉ






O Escritório de Imprensa da Santa Sé divulgou esta manhã a Carta Apostólica em forma motu proprio Porta Fidei na qual o Papa Bento XVI convoca o Ano da Fé.


O Santo Padre anunciou ontem o Ano da Fé que terá início no dia 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II e concluirá no 24 de novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei do Universo.

No documento feito público hoje o Santo Padre assinala que "'a porta da fé', que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós.

"É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira".

O Papa recorda logo uma passagem da homilia do início de seu pontificado, na que afirmava que "A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude".

"Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado".

"Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas".

O Papa explica também que "devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos".

Bento XVI recorda logo que no dia 11 de outubro de 2012, quando for iniciado o Ano da Fé, também se celebrarão 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, documento fruto do pontificado do Beato João Paulo II, o qual o Pontífice deseja que seja difundido, estudado e promovido intensamente durante este tempo de graça.

O Ano da Fé, continua, "o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. No mistério da sua morte e ressurreição, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados".

"Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo".

Por isso, escreve o Papa, "também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar".

"Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de facto, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra a fim de se tornarem seus discípulos".

O Santo Padre sublinha também sua esperança de que este Ano "suscite, em cada crente, o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia, que é «a meta para a qual se encaminha a acção da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força»".

"Queria agora delinear um percurso que ajude a compreender de maneira mais profunda os conteúdos da fé e, juntamente com eles, também o acto pelo qual decidimos, com plena liberdade, entregar-nos totalmente a Deus. De facto, existe uma unidade profunda entre o acto com que se crê e os conteúdos a que damos o nosso assentimento".

Bento XVI recorda deste modo que "o cristão não pode pensar nunca que acreditar é um fato privado. A fé é decidir-se a estar com o Senhor para viver com ele. E este «estar com ele» nos leva a compreender as razões pelas que se crie".

"A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também a responsabilidade social do que se crie. A Igreja no dia do Pentecostés mostra com toda evidência esta dimensão pública do acreditar e do anunciar a todos sem temor a própria fé. É o dom do Espírito Santo o que capacita para a missão e fortalece nosso testemunho, fazendo-o franco e valoroso".

O Papa destaca logo que muitas pessoas procuram sinceramente uma resposta para a vida, o que constitui um 'preâmbulo' da fé, "porque leva às pessoas pelo caminho que conduz ao mistério de Deus".

"A mesma razão do homem, em efeito, tem inscrita a exigência do que vale e permanece sempre'. Esta exigência constitui um convite permanente, inscrita indelevelmente no coração humano, a ficar em caminho para encontrar a Aquele que não procuraríamos se não houvesse já vindo. A fé nos convida e nos abre totalmente a este encontro".

Ao longo deste Ano, prossegue o Santo Padre, "será decisivo voltar a percorrer a história de nossa fé, que contempla o mistério insondável do entrecruzar-se da santidade e o pecado. Enquanto o primeiro põe de relevo a grande contribuição que os homens e as mulheres ofereceram para o crescimento e desenvolvimento das comunidades através do testemunho de sua vida, o segundo deve suscitar em cada um, um sincero e constante ato de conversão, com o fim de experimentar a misericórdia do Padre que sai ao encontro de todos".

O Papa assegura além que "a fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem fé seria um sentimento constantemente a mercê da dúvida. A fé e o amor se necessitam mutuamente, de modo que uma permite à outra seguir seu caminho".

"Em efeito, muitos cristãos dedicam suas vidas com amor a quem está sozinho, marginalizado ou excluído, como o primeiro a quem terá que atender e o mais importante que socorrer, porque precisamente nele se reflete o rosto mesmo de Cristo. Graças à fé podemos reconhecer em quem pede nosso amor o rosto do Senhor ressuscitado".

O que o mundo necessita hoje, afirma o Papa Bento, "o testemunho credível de quantos, iluminados na mente e no coração pela Palavra do Senhor, são capazes de abrir o coração e a mente de muitos outros ao desejo de Deus e da vida verdadeira, aquela que não tem fim".

Finalmente o Santo Padre assinala que "com firme certeza, acreditamos que o Senhor Jesus derrotou o mal e a morte. Com esta confiança segura, confiamo-nos a Ele: Ele, presente no meio de nós, vence o poder do maligno; e a Igreja, comunidade visível da sua misericórdia, permanece n'Ele como sinal da reconciliação definitiva com o Pai.".












domingo, 9 de outubro de 2011

Nossa Senhora Aparecida

12 de Outubro Dia de Nossa Senhora Aparecida





Padroeira do Brasil






O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora Aparecida de suas águas.

Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem.

Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.
Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas.






Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros.

Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha.

O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.
A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano.

O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.








pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves



Rio Paraiba



Primeiros Milagres








MILAGRE DAS VELAS
Estando a noite serena, repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram. Houve espanto entre os devotos, e Silvana da Rocha, querendo acendê-las novamente, nem tentou, pois elas acenderam por si mesmas. Este foi o primeiro milagre de Nossa Senhora.




CAEM AS CORRENTES
Em meados de 1850, um escravo chamado Zacarias, preso por grossas correntes, ao passar pelo Santuário, pede ao feitor permissão para rezar à Nossa Senhora Aparecida. Recebendo autorização, o escravo se ajoelha e reza contrito. As correntes, milagrosamente, soltam-se de seus pulsos deixando Zacarias livre.



O CAVALEIRO SEM FÉ
Um cavaleiro de Cuiabá, passando por Aparecida, ao se dirigir para Minas Gerais, viu a fé dos romeiros e começou a zombar, dizendo, que aquela fé era uma bobagem. Quis provar o que dizia, entrando a cavalo na igreja. Não conseguiu. A pata de seu cavalo se prendeu na pedra da escadaria da igreja ( Basílica Velha ), e o cavaleiro arrependido, entrou na igreja como devoto.



A MENINA CEGA
Mãe e filha caminhavam às margens do rio Paraíba, quando surpreendentemente a filha cega de nascença comenta surpresa com a mãe : "Mãe como é linda esta igreja" (Basílica Velha).



MENINO NO RIO
O Pai e o filho foram pescar, durante a pescaria a correnteza estava muito forte e por um descuido o menino caiu no rio e não sabia nadar, a correnteza o arrastava cada vez mais rápido e o pai desesperado pede a Nossa Senhora Aparecida para salvar o menino. De repente o corpo do menino para de ser arrastado, enquanto a forte correnteza continua e o pai salva o menino.


O CAÇADOR
Um caçador estava voltado de sua caçada já sem munição, derepente ele se deparou com uma enorme onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacar, então o caçador pede desesperado a Nossa Senhora Aparecida por sua vida, a onça vira e vai embora












PEDE PARA A MÃE (MARIA) QUE O FILHO (JESUS) ATENDE









E em sua vida, já aconteceu algum milagre pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida?



Aproveite o espaço de comentário neste Blog e deixe o seu testemunho de vida.







MISSA DE NOSSA SENHORA APARECIDA - Dia 12 às 9h na Igreja do Divino - 8h saída da Carreata da Comunidade N.S. de Guadalupe - Participe e juntos vamos Louvar a Padroeira do Brasil.

NOSSA SENHORA APARECIDA, ROGAI POR NÓS...

Este Filme: O MILAGRE DAS ÁGUAS é maravilhoso:

Missa - 08 de outubro

Residência da Sônia

Celebrante - Pe. Alex


MUITOS SÃO OS CHAMADOS, POUCOS ESCOLHIDOS!

Com muita fé, queremos aceitar o convite de Jesus e tomar parte no banquete que Ele nos oferece. Sua Páscoa acontece quando nos reunimos para celebrar o amor fraterno e a doação do próprio Deus. Vestindo o traje da justiça, tomamos parte na comunidade-esposa de Cristo.

2º Dia do Triduo a Nossa Senhora Aparecida

Recebemos a visita dos irmãos da Comunidade Nossa Senhora Aparecida